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 H o r a   d e   f i n a l i z a c i  n 	 7 / 2 8 / 2 5 ,   1 2 : 0 9 : 3 0   P M 	 	 	 	 	 
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 M a u r i c i o   A l e j a n d r o   C u b i l l o s   C a m p o s 	 7 / 2 8 / 2 5 ,   1 1 : 3 2 : 2 3   A M 	 7 / 2 8 / 2 5 ,   1 2 : 0 8 : 5 7   P M 	 3 6   m i n   3 4 s 	 m c u b i l l o s c @ c a r . g o v . c o 	 m c u b i l l o s c @ c a r . g o v . c o 	 M o d e r a d o r 
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 M a u r i c i o   A l e j a n d r o   C u b i l l o s   C a m p o s 	 7 / 2 8 / 2 5 ,   1 1 : 3 2 : 2 3   A M 	 7 / 2 8 / 2 5 ,   1 2 : 0 8 : 5 7   P M 	 3 6   m i n   3 4 s 	 m c u b i l l o s c @ c a r . g o v . c o 	 M o d e r a d o r 	 
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